Educação

Social Distancing: como sobreviver ao isolamento social?

Equipe Télos

25/05/2020, 23:05
Social Distancing: como sobreviver ao isolamento social?

Nos últimos tempos, falava-se muito sobre o distanciamento causado pelas redes sociais, a superficialidade das relações e o abismo entre pessoas causado pelo uso de excessivo de celulares e gadgets. De uma hora para outra, tudo mudou.

A falsa sensação de proximidade foi escancarada com a chegada de uma pandemia mundial que colocou todo o mundo em isolamento social. Se antes ignoravamos nossas carências contabilizando likes, seguidores e mostrando a vida feliz, e vazia, nos stories. Hoje, nossos anseios são por abraços reais, dias de Sol na praia e, principalmente, o poder de escolha, a liberdade de estar perto de quem amamos - ou não.

É dentro desse panorama que as redes sociais ganham de novo o status de aproximativas. Os paredões do BBB são vistos e comentados em grupos de WhatsApp e nos stories do Instagram; o happy hour de quinta migrou do barzinho pro Zoom; a reunião de segunda também tá no Zoom, talvez no Hangouts; o aniversário da avó reúne a família inteira no FaceTime; e até as consultas na terapia passam a ser via ~call ou videochamada.

O social distancing também nos trazem novas aflições, como o excesso ou falta de tempo livre. Enquanto uns se queixam de nunca terem trabalhado tanto quanto agora, outros reclamam da baixa produtividade ou do tédio. E é nesse espaço que surge a necessidade de momentos de bem-estar, de olhar para dentro e encontrar coisas que te tragam paz interior. Aquele discurso yogini que sempre te causou repulsa, agora, faz mais sentido do que nunca e você se vê no Google procurando qual o melhor tapetinho para comprar. Talvez aproveite para ler todos os 150 livros que comprou nos últimos anos e não teve ~tempo de ler. Talvez comece um novo curso online. E talvez sinta FOMO com o excesso de lives que estão sendo feitas e você não tá conseguindo acompanhar.

Respira. Olha pra dentro. É aí que você vai encontrar uma resposta - ou não - para conseguir lidar com tudo isso. Nunca nos vimos em uma situação tão extrema, somos a geração que não viveu nenhuma Grande Guerra, nenhuma pandemia. Éramos os intocáveis, a geração mais produtiva já vista pela humanidade, que não parava, não desligava e não errava. Ou assim achava que era. Fomos forçados a parar. Aproveite a nova jornada!

Por Alexia Chlamtac da Nômadas

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